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Entrevista

Entrevista no Correio da Manhã

Apresentamos excertos da entrevista com MARIA, que saiu no dia 22 de Outubro no Correio da Manhã.
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II - TEORIA DO CAMPO-CAMINHO UNITÁRIO - O HOMEM: A NATUREZA E A CUTURA - Organismo e organismo ...
de Nogueira, Fernando Pereira
ISBN: 978-972-98980-7-5
Idioma: Português
1ª edição (2015)
Formato: 145 x 210
N. Pág.: 268
Encadernação: Cartonada
Disponibilidade: em stock     Preço: 17,00 €   Adicionar ao carrinho Comprar
SINOPSE

Não há oposição de natureza entre os respectivos objectos de estudo – da Física à História. Mas as leis da natureza só permanecem mudando, pelo que seria incorrecta a sobrevalorização das leis gerais pela subvalorização das específicas, e vice-versa.
O homem vai deslocando progressivamente a sua base estrutural de predominantemente biológica a histórico-cultural. O que não implica anulação do papel da estrutura genética. E como ambos os ritmos são paralelos, a alteração do peso relativo da estrutura genética na formação, apesar de tudo conjuntural, do homem em sociedade, é muito mais uma questão de grau do que de natureza.
À medida que se for estruturando o Sistema Social Orgânico, se irá superando também a contradição entre a Evolução Natural e a Evolução Cultural do homem e da sociedade; se operará
progressivamente a adequação consciente do desenvolvimento científico, técnico, político-social, etc., ao processo de desenvolvimento da natureza.
O estádio da tendência à dominância socialmente dominante é o que tende a determinar o poder político, e é para ele que converge a maioria da população. Hoje, a ciência está se tornando
a base produtiva da sociedade. Daí, o previsível deslocamento das formas de exploração para o estádio em que o homem se afirma como fonte de informação. Aliás, está-se evidenciando uma forma mais refinada de exploração: a exploração da intelectualidade autêntica pela “intelligentsia” tecnocrática.
Dir-se-á que a verdadeira criatividade não resulta propriamente de uma actividade laboral. Só que essa é uma perspectiva ideal.
Nem a sociedade poderia oferecer aos indivíduos condições para uma disponibilidade total à criatividade. O que implicaria uma negação absoluta dos conceitos de trabalho e de rendimento,
isto é, uma negação de si própria enquanto realidade histórica.




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