Um dos mais ásperos e memoráveis líderes da Revolução Francesa, Georges-Jacques Danton foi retratado por seus inimigos como um demônio traidor e corrupto, e por seus admiradores como um homem apaixonado que sacrificou heroicamente a própria vida pelos interesses da frágil República francesa. (...)
Há livros tão ligeiros que parece que dançam; são os mais difíceis de escrever,
O púlpito e a tribuna deixam perder o eco das vozes que os fizeram retumbar; o livro, mais fiel, é como uma urna maravilhosa cujas cinzas, têm vida. (...)